9 formas de começar uma conversa com qualquer pessoa

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Seja com um novo colega de escritório, o CEO da sua empresa ou um desconhecido na rua, sempre há uma maneira de iniciar a conversa da melhor forma possível. E praticar é a melhor forma de melhorar nisso.
Para muita gente não é apenas falar em público que lhes causa arrepios. A possibilidade de precisar conversar com alguém, mesmo em particular, causa pânico em algumas pessoas.
A única maneira de perder esse medo é praticar. Seja com um novo colega de escritório, o CEO da sua empresa ou um desconhecido na rua, sempre há uma maneira de iniciar a conversa da melhor forma possível.
O articulista Bernard Marr publicou, em seu perfil do Linkedin, um artigo com 9 maneiras de começar uma conversa com absolutamente qualquer pessoa.

Confira:
1. Pule a conversa fiada. Perguntar sobre o clima ou sobre uma equipe de esportes local são as piores formas de começar uma conversa. Evite assuntos desgastados. Cada situação é única e assim você deveria ser capaz de encontrar uma forma única de começar a conversa.
2. Pergunte a opinião das pessoas. Todo mundo tem uma! Se é uma pessoa que você não conhece muito bem, comece com assuntos mais leves, como música e filmes. É a melhor forma de chegar à assuntos como política.
3. Peça um conselho ou recomendação. Funciona muito bem se você perguntar sobre a roupa ou os acessórios que a pessoa está usando.
4. Faça uma pergunta que seja fácil de responder. Esta é uma ótima tática quando você precisa descobrir se uma pessoa tem expertise em algum assunto, em particular. Evite pedir para que a pessoa explique algo complexo; se é onde a conversa está indo, ótimo, mas fazer uma pergunta muito complicada logo de cara pode parecer exigente.
5. Comente sobre o ambiente. Não importa onde você está, sempre há coisas para serem comentadas: a música, a comida, as pessoas.
6. Pergunte por uma atualização. Se você conhece alguém pela reputação, peça uma atualização sobre algo que você sabe que eles estão fazendo.
7. Faça perguntas que dêem espaço para novas perguntas. Se a sua pergunta pode ser respondida com um simples sim ou não, não se surpreenda se é isso que você recebe.
8. Faça uma pergunta hipotética. Estas perguntas podem levar a grandes conversas, mas tente conectá-las com algo que aconteceu no evento ou em eventos atuais para evitar parecer muito aleatória.
9. Pergunte sobre filhos, animais de estimação e hobbies. As pessoas gostam de falar sobre as coisas que são importantes para elas. Se você sabe que seu chefe gosta de velejar, perguntar a ele sobre sua última viagem é uma maneira infalível para fazê-lo falar.
Fonte: Portal da Administração

Reflexões sobre a competência profissional

“Conheça todas as teorias, domine todas as técnicas, mas ao tocar uma alma humana, seja apenas outra alma humana.” Carl Jung

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Percebem-se cada vez mais as transformações necessárias que um profissional precisa ter para adquirir o status ideal para a sua competência profissional.

O desenvolvimento de profissional nos dias de hoje não está associado apenas ao seu conhecimento adquirido por meio de estudos. Mas sim à sua capacidade de resiliência, no trato com as pessoas, no compartilhar das informações, na liderança inspiradora, no diálogo aberto, na inovação e mais ainda estar ligado no emocional de cada indivíduo respeitando sempre seus limites.

Estive em um congresso de RH na Bahia onde o grande debate estava nas questões das competências necessárias, no desenvolvimento da liderança, na qualidade do ambiente de trabalho, na qualidade de vida, benefícios, saúde e muito outros temas. Mas nada é mais importante do que o respeito ao aspecto humano de cada profissional.

Falar sobre desenvolvimento profissional ou sucesso profissional não está apenas ligado nas questões do conhecimento ou desempenho, mas também na convivência do dia a dia com sua equipe e/ou empresa. Hoje, não se procuram mais profissionais que tenham formação com foco nas questões de qualificação e sim na qualidade agregada de sua formação para uma ação mobilizadora e inspiradora.

A facilidade nos dias de hoje que envolve a integração das ações por meio da tecnologia, da comunicação é o que pode ajudar o profissional a gerar valor e atitude de forma a envolver sua equipe.

Hoje, qualquer profissional independentemente de seu cargo o que ele mais quer é sentir, ser valorizado e acima de tudo reconhecido e isso gera uma percepção de valor e satisfação profissional.

Como profissionais devemos sempre estar presente com nossa equipe, procurando provocar o que podem fazer de melhor, inspirando cada um na busca de seu desenvolvimento pessoal e profissional, fazendo com que a razão, o emocional e o sentido façam parte do dia a dia tornando uma paixão.

Por fim, como reflexão um texto da professora Elisabeth Silveira, da FGV, “a competência profissional é a aptidão associada à posse de conhecimentos, ao domínio de habilidade, à demonstração de atitudes e à preservação de valores expressa no desempenho de atividades profissionais”.

“Oxigenócio” – uma parada para renovar os ares

Às vezes é preciso oxigenar!! Oxigenar corpo, mente, cérebro. Deixar entrar o ar puro e limpar o pesado gás carbônico que vamos acumulando dia-a-dia.

É incrível como somos exímios em lotar de bobagens que de nada servem o nosso HD. E HD lotado é sinônimo de perda de criatividade, raciocínio, clareza e até de cordialidade. Perdemos também nossas noites de sono e nossa saúde. Você já deve ter ouvido alguém dizer “Nossa, ando tão cansado que não consigo nem dormir”, pois é, infelizmente essa contradição tem sido cada vez mais comum no mundo dos normais, sinal de que tem muito gás carbônico queimando as pestanas por aí.

Comportamentos repetitivos lotam nossa cabeça, atividades repetitivas lotam nossa paciência, pensar dentro de certos padrões nos sufuca e quando percebemos estamos paralisados …

Qualquer profissional exposto durante muito tempo as mesmas atividades, negócios e ambientes passa por um momento de declínio do entusiasmo e da excelência gerado por algo muito simples: o copo lotou. Não há Cristo que resista ao stress do cotidiano por mais interessante que ele seja.

Como estamos sempre correndo esquecemos de oxigenar, algo imprescindível, um incremento à nossa qualidade de vida e ao nosso desempenho no trabalho. Dar um tempo para que o pensamento volte a fluir e nos reabasteça é uma prática que pode ser incorporada em nossa rotina, basta que busquemos como fazer disso um hábito.

Os antigos helênicos por exemplo eram bons nessa prática e tinham no chamado ócio criador, um momento reservado à reflexão e ao desenvolvimento de seus talentos. O ócio era “criador” por ser justamente um momento de introspecção, de pesquisa e da busca de novos caminhos que pudessem elevar o padrão das habilidades de cada um. Recentemente o sabático foi incorporado à vida de grandes empresas que passaram a apoiar uma “pausa” programada na carreira de seus executivos, sabendo que esse recesso é de grande valia para a recuperação do entusiasmo e para a ativação de novas idéias, valores e ações. Nada mais do que a tentativa de retomar o importante conceito de ócio criador.

Criar momentos de “oxigenócio” são essenciais e podem ser feitos de diversas formas. Outro dia um amigo executivo comentou que tinha suas melhores idéias sempre que estava cortando a grama do seu jardim, tanto que quando descobriu essa excelente oxigenação começou a gravar suas idéias pelo celular enquanto cuidava das plantas. Disse ter aplicado na prática várias das idéias que apareceram enquanto estava simplesmente deixando o ar entrar …

Tem gente que programou o cérebro para oxigenar no banho, outros dão um 5 minutos em silêncio depois do almoço, outros oxigenam correndo, nadando ou até cozinhando. A maneira com que a nossa cabeça e nosso corpo vão processar aquilo que queremos descartar para abrir espaço para novos pensamentos e ações é totalmente individual, mas o fato é que todos precisamos desse tempo sozinhos, em nossa maravilhosa e única companhia para “respirar” e resgatar nossa lucidez. Se for possível incorporar também algumas pausas mais longas para reafirmar certos valores, lapidar talentos e reavaliar o nosso propósito, aí então estaremos dando chance para que novos ares tragam oxigênio puro para arar nosso terreno tornando ainda mais fértil nossa pausa criadora.

Por Luah Galvão

Post publicado em http://vocesa.abril.com.br/blog/o-que-te-motiva/2012/11/14/oxigenocio-uma-parada-para-renovar-os-ares/?utm_source=redesabril_vocesa&utm_medium=twitter&utm_campaign=redesabril_vocesa

Comunicação enxuta

ImagemSerá que estamos vivendo um novo modelo de comunicação? Começo este texto com pergunta pelo simples fato da tamanha velocidade em que as informações e as coisas acontecem. São conceitos e práticas mudando a todo o momento, novos modelos e formas de comunicação surgindo para “facilitar” a comunicação. Basta olhar para a sua caixa de e-mail ou então os SMS enviados pelo seu celular. Hoje temos aplicativos em nossos celulares que facilitam ainda mais o processo de comunicar.

Mas, vamos ao que interessa. O que vem a ser Comunicação Enxuta, ou então, Lean Communication? Sempre utilizamos a palavra “lean” por analogia com o lean manufacturing, ou seja, fabricação enxuta, que é uma filosofia de fabricação criada no Japão e tem a ver como identificar o desperdício e eliminá-lo. É olhar a empresa com os olhos dos clientes, para entender o que realmente importa.

Se você olhar para os princípios de Lean Manufacturing, é talvez mais sutil do que explícita, mas ferramentas lean são encaixadas com os valores da boa comunicação. As lojas são carregadas com comunicação visual e de informações de forma cada vez mais reduzida. Um ambiente lean é baseado na comunicação concisa e intuitiva. O desafio para as empresas que utilizam práticas enxutas de produção é a transferência não só das ferramentas, mas a práticas de comunicação, também.

Algumas das ferramentas que devem ser considerados durante o processo de desenvolvimento de produtos para a comunicação:

Poka Yoke – Este é um princípio que traduz aproximadamente de como são projetados e de modo que as duas partes só podem ser colocados juntos em uma maneira “a prova de erros”, ou eles são codificados por cores ou projetados para orientar. Análogo à comunicação seria escrever e estruturar o que você está se comunicando de modo que é impossível entender mal. Este pode ser um trabalho extra, mas pode ser um longo caminho para reduzir o impacto de uma má informação no processo.

Releia sua mensagem, coloque-se no lugar do destinatário, e tentar ver se o que você está escrevendo que forma clara e específica o suficiente para que eles façam o trabalho deles. Isso pode exigir que você coloque metadados, reduzir a relação sinal-ruído, ou criar um “resumo da mensagem.”

Metadados –  Literalmente: “informação sobre a informação”. Considere o envio de um e-mail de que algo referências, como um esquema para o engenheiro que está colaborando. Em vez de apenas escrever,  você deve incluir um link ou um caminho de unidade específica para o diretório correto. Este pequeno pedaço de esforço pode economizar tempo. Mas você tem que ser cuidadoso, colocar muitos metadados pode ser tão ruim quanta nenhuma.

Sinal-Ruído: Reduzir os dados pertinentes e minimizando o irrelevante. Evite a tentação de editar ou encerar de forma poética. Para e-mails, procure quebrar o texto, isto é de grande ajuda mais tarde, se você precisa encontrar rapidamente a informações específicas ou analisar itens para os outros que podem encontrar sem se distrair. Da mesma forma, ao encaminhar informações, ter um momento para retirar as partes irrelevantes para o destinatário.

Ponto-chaves – É importante para enfrentar a realidade de que todo mundo sofre de pelo menos um caso leve de Transtorno de Déficit de Atenção. Se você é forçado a enviar uma comunicação complexa precisa ter a certeza dos pontos mais importantes são notados, procure escrever uma barra lateral com marcadores os ponto-chaves. O perigo, claro, é que as pessoas podem pular o texto completo. Mas o exercício de fazê-lo pode ajudar a pensar sobre as prioridades na hora de você montar sua mensagem.

Just-in-Time Comunicação – Você pode obter informações muito cedo, assim como muito tarde. E-mails que chegam muito cedo pode se perder na caixa de entrada. E-mails que chegam tarde demais podem resultar em retrabalho.

Uma abordagem firme e uma informação direta podem ter benefícios sobre o tempo de ciclo e redução do ruído. A informação é a força vital de desenvolvimento e deve ser dada maior atenção do que recebe atualmente.

Como motivar uma equipe? Liderança e motivação – 7 dicas

Está mais que comprovado que pessoas desmotivadas tendem a diminuir sua produtividade. Quando percebemos que nossa equipe esta desmotivada devemos identificar entre eles, quem se destaca pela capacidade de levantar o astral, ou seja, quem tem o perfil motivador, quem possui a capacidade de encorajar os outros.

Os motivadores, como são identificados, cumprem muito bem o seu papel, pois desenvolvem procedimentos diários que vão influenciar o grupo. São eles:

Focam as possibilidades em vez dos problemas, criando uma visão que convença o grupo; Ajudam os outros a se sentirem parte do todo, e aproveitam para aprender com os seus colegas; São focados nos objetivos, mas flexíveis em relação às formas de alcançá-los; Falam com sua mente, mantendo a integridade entre suas palavras e ações. Desta forma conseguem influenciar o grupo a acreditar que as metas valem a pena e são atingíveis.

Cabe aos gestores das empresas entenderem mais do ser humano para poderem alavancar a sua equipe de trabalho. Ficamos muito tempo focados em relatórios e metas a serem alcançadas e acabamos deixando de lado o fator mais importante que vai fazer com que estas metas sejam cumpridas. As pessoas.

Um bom gestor de empresas deve compreender como as pessoas pensam, sentem e reagem no seu dia a dia. À medida que trabalhamos com elas começamos a observar como todas tem algumas coisas em comum: Elas gostam de se sentir especiais, e gostam que digam isto a elas, por isso, faça elogios, mas elogios sinceros, pois as pessoas captam quando você não está sendo honesto, ou está fazendo apenas para agradar. Não seja fingido.

Descubra o que ela possui de melhor e aí sim reforce; Elas desejam direcionamento, por isso, seja a pessoa que vai indicar o melhor caminho; Geralmente são egoístas, pensam primeiro em si, devido a isso, fale primeiro das suas necessidades; Encoraje-as a atingir os seus sonhos as pessoas desejam muito o sucesso, ajude-as a chegar lá; Trate as pessoas como indivíduos, olhe para elas e tente entendê-las, mostre a sua importância e que você está dedicando sinceramente o seu tempo para isso; Ame as pessoas, pois só assim poderá ajudá-las no mais profundo significado da palavra. ( Sucesso empresarial )

Como fechamento gostaria de deixar algumas dicas para você pensar e colocar em prática, pois pessoas motivadas são capazes de remover qualquer obstáculo:

Acredite nas pessoas, faça-as entenderem que isto é verdadeiro; Dê a oportunidade para que elas se manifestem, ouça suas opiniões, coloque em prática suas idéias, mesmo que isso no primeiro momento pareça absurdo; Preocupe-se com os problemas delas, problemas são passageiros, nada é para sempre. E afinal, quem não têm? Crie um clima de amizade e comprometimento. Isto só será possível se você realmente mostrar por gestos e atitudes diários que ouve o que ela tem para dizer; Sorria muito, pois o sorriso contagia as pessoas. Renove-se sempre, pois oferecer ao outro o melhor de nós é fundamental. Desenvolva em você a paciência e estimule-a no outro.

A paciência rima com sabedoria! Adote a postura desarmada, pois ela transforma as relações pessoais e de trabalho em convivência harmônica. A harmonia produz cumplicidade! Crie o sistema de associação familiar, convidando a família do colaborador para conhecer a empresa e as tarefas desempenhadas.Esta atitude resulta no apoio e maior compreensão. Justificam a ausência diária e ensinam aos filhos a importância do trabalho! E finalmente, entenda que nada é mais importante do que adotarmos uma postura de aprendiz. O tempo pode ser o nosso mestre! Ele entende muito sobre estratégias de motivação.

Como apaixonar uma equipe?

Por Daniel Andrino Arias: A cada principio de ano nós marcamos novos propósitos. Definimos novos objetivos de desenvolvimento e tratamos de por em pratica ao menos às duas primeiras horas.

No meu caso, quero ajudar a minha equipe a desfrutar com o trabalho tanto como que eu faço.

Lembro de antigos chefes nessas macro-reuniões de fim de ano onde te anunciam o quão maravilhosa é a empresa, enquanto lá no final da reunião alguns murmuram sobre despedir ou congelar o salário dos empregados. Também aquela empresa americana em que um super computador te fazia jogos de magia ao mesmo tempo que te contava a importância do Marketing e a todos os companheiros comentando como utilizar esse truque diante de um cliente que quer devolver um produto.

Um famoso alpinista nos explicou como um membro de sua equipe rompeu as duas pernas e a bacia e meses depois escalou uma das montanhas mais difíceis do mundo. Estupenda conferencia multimídia oferecia antes de que o presidente nos detalhasse os objetivos do ano. Ainda me pergunta se aqueles tinham algo a ver com as montanhas a se escalar ou com a queda do alpinista.

Enfim, aquilo não me pareceu o mais motivador. Assim que eu tenho planejado s melhor forma de motivar minha equipe. Desde já conheço a teoria dos fatores motivacionais de Herzberg, porem acho melhor a pirâmide de necessidades de Abraham Maslow.

A teoria de Maslow mostra que as necessidades do ser humano se agrupam em diferentes níveis. O primeiro nível é o que se denomina necessidades fisiológicas. Nele se encontra necessidade de abrigo, alimento, etc. no segundo nível se encontraria as necessidades relacionadas com a segurança como saúde e abrigo. O terceiro nível está composto por necessidades de relação com os demais tais como ter amigos ou gente com quem conversar. O quarto nível é baseado no reconhecimento pessoal como o prestigio. Por ultimo, o quinto nível que formam as necessidades relacionadas com a auto-realização, com se sentir competente e realizado na vida.

Maslow afirma que toda pessoa está obrigada a seguir essa escala de satisfação de necessidade, forma que só quando se tem satisfeito as do primeiro nível, é que se sente vontade de satisfazer a do segundo. Neste sentido, certamente a maioria das pessoas que trabalham hoje em dia, tem problemas de motivação pois talvez tenhamos perdido de vista esta teoria.

É evidente que estas pessoas não tem sentido ao largo de sua vida a carência das necessidades do primeiro e segundo nível. Por isso o salário é um fator que é capaz de motivar pouco, e é muito fácil que se converta em um desmotivador.

O terceiro nível é um elemento muito complexo para trabalhar nas organizações já que as relações sociais são uma particularidade própria do individuo e tratar de gestioná-las resulta mais que difícil. Fomentar o esporte, reuniões de equipe, cursos, jornadas de interação, etc., são armas úteis porem sua efetividade é irregular.

No quarto nível temos as necessidades de reconhecimento. Estas necessidades foram muito utilizadas na década de oitenta com a aparição dos “yuppies” em que as possessões materiais eram a base da motivação. Então, os salários foram uma forma muito utilizada. Posteriormente o reconhecimento passou a se associar aos mestres e isto se ploriferou até se esgotar como fonte de motivação.

“Que uma pessoa desfrute de seu trabalho se converteu em uma grande utopia dos Recursos Humanos”

Por último, o quinto nível ainda é mais complexo já que nem todo mundo pode ter as mesmas funções como tampouco nem todos os empregados gostam das mesmas tarefas. Portanto, que uma pessoa desfrute de seu trabalho se converteu numa grande utopia dos recursos humanos. Por isso tem surgido entre outras praticas de equilíbrio entre a vida laboral e familiar com o objetivo de que as pessoas realmente possam desenvolver ambas.

Não obstante, tenho pensado que esta teoria não é a única solução possível. Me lembro no momento mais motivante em minha vida, nesse momento eu era capaz de qualquer coisa, e sem dúvida foi a época em que conheci minha mulher.

Naqueles momentos, o primeiro nível de necessidades, as fisiológicas, passaram a um segundo plano, pois se deixa de comer e inclusive de dormir. O segundo nível, as necessidades de segurança, se vão pois se é capaz de escalar uma fachada para ver sua princesa prometida. O terceiro, da relação social, fica restrito a essa pessoa e os amigos são eliminados da equação. O quinto nível, de reconhecimento, é enterrado em toneladas de idiotices que uma pessoa realiza sem se dar conta do ridículo que está fazendo. O quarto nível, de auto-realização, desaparece e pouco ou nada importa o que um faz, pois o mundo se reduz ao que ela diga ou faça.

Enfim, meu objetivo é que tanto minha equipe quanto eu, consigamos nos apaixonar por nosso trabalho.

Isto tenho que reconhecer que não é tarefa fácil já que como não somos Brad Pitt se faz começar do zero nessa arte.

Liderança e motivação: 7 dicas sobre como NÃO motivar uma equipe

Gerenciamento de projetos e pessoas: como liderar uma equipe, fazendo tudo ao contrário

Vamos às dicas ao contrário que constam no texto, e mais uma ou duas dicas extras. No final, o convite para que você acrescente suas próprias sugestões.

01 – Guarde tudo para si: Todo mundo quer roubar suas idéias. Não compartilhe nada. Se for fazer uma apresentação em grupo, diga aos seus companheiros de equipe que a sua parte será uma surpresa, ou que não ficou pronta a tempo de ser discutida com eles antes da apresentação definitiva.

02 – Não se dê ao trabalho de perguntar a seus colegas sobre as tarefas deles: afinal, eles estarão fazendo o mesmo que você, guardando tudo para si, e mantendo em segredo tudo o que fazem. Ademais, por que se preocupar? A continuidade e coordenação das atividades não é responsabilidade só sua… Se algum membro da equipe comunica que precisará de um determinado recurso, não a leve a sério. Se ele estiver *mesmo* precisando, vai atrás sozinho, ou vai brigar por ele.

03 – Certifique-se de que não haverá incentivos: Especialmente recompensas, presentes e encontros. Isto amolece o grupo.

04 – Não tome qualquer atitude: sempre existe chance de que seus colegas são os que estão de fato fazendo as contribuições que agregam valor. Concentre-se em brilhar mais do que eles, preparando apresentações no Powerpoint usando todas as palavras da moda.

05 – Não respeite a agenda alheia: Mostre que é você quem manda. Atrase o horário de início de várias reuniões, marque-as e adie-as com pouquíssima antecedência, e tome decisões cruciais em reuniões que não tenham sido agendadas previamente, e na ausência das pessoas realmente interessadas.

06 – Sempre considere que todos estão integralmente alocados ao projeto: aloque as pessoas aos cronogramas como se elas não estivessem envolvidas com nenhum outro projeto ou operação. Se você controla mais do que um cronograma, aloque as mesmas pessoas a todos eles, considerando a mesma premissa.

07 – Nunca esclareça totalmente os objetivos: definir os objetivos antes de ter o trabalho encerrado é dar aos inimigos uma oportunidade de avaliá-lo objetivamente, ou até mesmo de considerá-lo ineficaz! Além disso, expor o objetivo pode vir a dificultar na hora de decidir livremente os rumos dos projetos, ou de usá-los em prol de seus próprios objetivos pessoais ao longo de seu ciclo de vida.

Sua vez: que dica você daria a quem quer destruir a efetividade das equipes de trabalho que comanda?

Fontes: efetividade.net, rrhhmagazine.com, administradores.com.br

Fonte: Como motivar uma equipe? Liderança e motivação – 7 dicas
By – SucessoEmpresarial.com
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A colheita e a boa safra: Comunicação Interna

Cerca de 20 dias, ouvi uma palavra simples que foi muito impactante e que pude trazer, ou melhor, associar ao contexto e trabalho dos profissionais de Comunicação Interna.

A palavra é “colheita”. Claro, que existem vários significados, mas um é o resultado ou consequência de uma atividade.

Mas como conseguir uma boa colheita? Segundo o site da Embrapa “A colheita é uma operação muito importante e delicada. Os dois aspectos mais importantes na colheita são realizar a colheita de forma cuidadosa e colher a fruta com a maturação adequada. Para cumprir estes objetivos, é necessária uma adequada coordenação entre os recursos humanos disponíveis, a maturação da fruta, as condições ambientais, os recursos técnicos e equipamentos.”

É preciso preparar o terreno, arar, adubar de acordo com o que se for plantar, lançar a semente, regar, manejar, esperar amadurecer, podar quando preciso e só colher depois de atingir certo tempo ou então a maturidade. Vejam é uma forma simples é possível imaginar o trabalho que se dá para realizar uma colheita.

Mas o que isso tem haver com comunicação interna? Oras, tudo! Vejam, é preciso preparar o terreno, planejar, amadurecer as ideias, criar ações, manter, ajustar quando necessário e mais tudo isso é de acordo com cada público e a cultura que está envolvida na empresa.

A colheita apresenta-se sempre como um trabalho proposto. O que se colhe, depende da forma e do que se semeia. É também o resultado de perseverança, cuidado e paciência. Na comunicação interna também não é desta forma?

Prática firmes, mas justas

A frase “firme, mas justo” é um dos maiores clichês no mundo dos negócios (para não mencionar e educação e os esportes).
Todo mundo quer um chefe (ou professor, ou treinador) que combine diretrizes de desempenho e comportamento existentes e estruturados, com generosidade e imparcialidade. É difícil de atingir esse equilíbrio, mas aqueles líderes que são capazes de fazer isso recebem a felicidade e a produtividade máximas de seu pessoal.

Trecho do livro Liderança na Bíblia de Lourin Woolfe.

Levantar, estudar, analisar e antecipar tendências

Hoje, muito tem se falado em relação as atividades estratégicas de comunicação e marketing nas organizações e acima de tudo sobre um novo ponto de vista de gestão competitiva com foco na inteligência de mercado.

Mas aí fica a dúvida? Compete a área de Comunicação e Marketing a atividade de inteligência de mercado ou então é uma nova área nas organizações, mas com profissionais de marketing, de comunicação, de administração, de engenharia, de tecnologia da informação e de recursos humanos?

A realidade “sobrenatural” do marketing se destaca justamente neste ponto, a pesquisa mercadológica para definição da melhor estratégia para o lançamento de seu produto e/ou serviço. E, se bem me lembro, Kotler já falava sobre isso há muito tempo e também podemos até encontrar referências na bíblia sobre “análise de mercadológica”.

Estratégia empresarial, gestão de dados, estratégia empresarial, planejamento, gestão da privacidade, segurança da tecnologia da informação, marketing, sistemas de apoio à decisão, trade, branding, marketing de relacionamento, ética, responsabilidade social, comunicação integrada, redes sociais, gestão de pessoas, marketing de relacionamento ufa… são tantas as áreas necessárias do conhecimento para que hoje, possamos ter o mínimo de propriedade para falarmos de tendência.

Oras, é compreensivo que o foco da análise competitiva está nas atitudes e tendências que o mercado têm feito e/ou dirigido. Claro, que não podemos esquecer as interferências (pessoas, política, tecnologia, economia, clima e etc) que podem mudar o rumo de qualquer estratégia, por mais planejada que possa ter sido realizada. Ainda mais nos dias de hoje, que a velocidade da informação é surpreendente e, a mudança de hábito cada vez mais rápida.

Vale ressaltar que a atividade de inteligência de mercado permeia por meio de um processo ético que se desenvolve a partir da busca de informações no ambiente competitivo e tem como objetivo entender e antecipar os movimentos do ambiente que possam afetar a organização, afirma o especialista Fernando de Almeida em entrevista ao portal Administradores.com.

Os processos de Inteligência Competitiva geram análises, percepções, interpretações e perspectivas que ajudam o gestor a tomar melhores decisões. Além disso, busca antecipar oportunidades, ou ameaças, reduzir incerteza e apoiar o desenvolvimento da visão estratégica por parte da empresa, finaliza Almeida.

Dica:
Segue link de um Trabalho de Conclusão de Curso apresentado em 2002 que explica melhor sobre a “Inteligência Competitiva”, com conceituações sobre a atividade e o perfil do profissional.

http://www.ead.fea.usp.br/tcc/trabalhos/TCC_Erica%20Natsui.pdf

A importância da Comunicação Interna nas organizações

No dia 17/4, participei como palestrante no CapacitaRH 2012, em São Paulo e como tema falei sobre a importância da Comunicação Interna como um Fator Motivacional nos Processos de Engajamento.

Todo o processo de engajamento, que é sinônimo de comprometimento ninguém se compromete com aquilo que desconhece e o comprometimento nasce e prospera tão somente diante de duas condições:

1. Ambiente de trabalho saudável e tranquilo, sem pressões adicionais àquela que cerca a responsabilidade de tocar o operacional com eficácia.

2. Compartilhamento efetivo (comunicação interna) de todas as informações e percepções produzidas pelas diferentes frentes operacionais.

A Comunicação Interna é uma frente de atuação estratégica, incorporada no conjunto da definição de políticas, estratégias e objetivos funcionais da organização.

É uma ferramenta estratégica para compatibilização dos interesses dos empregados e da empresa, por intermédio do estímulo ao diálogo, à troca de informações e de experiências e à participação de todos os níveis.

Na medida em que o público interno é estimulado a participar e encontra abertura para dar sua opinião, sente-se mais valorizado e motivado.

Ao final da palestra dei uma pequena entrevista para o pessoal da LG Sistemas. Confira:

Algumas fotos:

Obs.: Para receber o material que apresentei solicite pelo e-mail: vinicius.gouveia@gmail.com.

Um minuto para comunicar

O Brasil é o mais que mais cresce em utilização da internet e o que reflete na utilização das redes sociais. Hoje, somos mais de 63,5 milhões de pessoas com acesso à web em casa ou no trabalho, 47,5 milhões foi usuários ativos durante o primeiro mês do ano, pesquisa publicada em 27/2, pelo Ibope Nielsen Online.

As empresas Hi-Mídia e a M.Sense realizaram um estudo para saber quais são as redes sociais mais usadas no Brasil hoje. Além de muitos números interessantes, o infográfico trás informações demográficas, marcas e porque os usuários acessam determinadas redes. Para realizar a pesquisa foram ouvidas 484 pessoas em todo o país.

A pesquisa revela que o Facebook tem forte apelo para comunicação com amigos e familiares, segundo 81% de seus usuários. Já o Twitter, acessado por 32% dos pesquisados, tem como principal objetivo a atualização de notícias e acontecimentos para 58% dos entrevistados que possuem conta. As demais redes aparecem com percentuais menores de acesso, com 33% para o Google+, 22% para Linkedin e 16% para o Badoo e 10% para o Sonico. Uma parcela considerável dos pesquisados, 63%, afirmou ainda usar o Orkut.

Confira abaixo o infográfico completo:

Fonte: Proxxima