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Os aspectos duais da mudança: perigo e oportunidade

Mudar, ouvir e servir, este são os verbos que, nos dias de hoje, valem muito na hora de perceber uma mudança ou até mesmo uma incerteza. É preciso tentar o novo a cada dia, olhar as coisas com outras perspectivas lembrando que o momento é um só e, que é preciso aproveitar a oportunidade.

A possibilidade de uma dúvida ou a incerteza do que poderá acontecer depois de uma situação de mudança é preciso sempre ter uma postura resiliente, ou seja, estar preparado a todo o momento para as mais diversas situações que poderão acontecer no dia-a-dia.

O texto abaixo, que transcrevi, é parte de um treinamento sobre visão empresarial, no original não cita a autoria. Ao ler será possível perceber que as situações do dia-a-dia poderá ter sentido, para o bem ou para o mau, depende do modo como você vê.   
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Os aspectos duais da mudança

O caractere chinês para a mudança consiste em duas partes: uma significa perigo e a outra oportunidade. Ambos os aspectos estão presentes em qualquer mudança.

Uma antiga história chinesa sobre um fazendeiro sábado ilustra os aspectos duais da mudança. Na história, o cavalo do fazendeiro foge e seu vizinho vem para oferecer solidariedade, dizendo: “Que pena o que aconteceu com o seu cavalo”. O fazendeiro simplesmente responde, “Talvez”.

No dia seguinte, o cavalo do fazendeiro volta conduzindo dois cavalos selvagens para o estábulo. Desta vez o vizinho congratula-se com o fazendeiro, dizendo, “Que virada de sorte!”. Novamente o fazendeiro responde, “Talvez”.

No dia seguinte o filho do fazendeiro quebra a perna tentando domar um dos cavalos selvagens, e novamente o vizinho vem oferecer sua solidariedade. “Que pena”, diz o vizinho. Novamente o fazendeiro simplesmente responde, “Talvez”.

No dia seguinte o oficial de recrutamento do exército do rei vem para a região levando todos os jovens com idade para lutar, mas como o filho do fazendeiro havia quebrado a perna, ele é deixado para trás. A história poderia se desenrolar infinitamente.

O modo como você vê as mudanças afeta o quanto você se torna resiliente. Variando de pessoa para pessoa, olhamos para a mudança de modo diferente, com base em nossas experiências. Mesmo na vida diária, sua abordagem variará de acordo com a circunstância, estado de espírito, ou se você planejou a mudança ou se a mudança foi planejada para você. No geral, sua resposta em momento de transição seguirá um padrão semelhante com base nas imagens de mudança que você desenvolve. Se a mudança é sentida como perigo, então você pode tender a responder de maneira defensiva ou como se estivesse sendo ameaçado.

Funcionários resilientes, no entanto, veem a mudança como mais do que apenas perigo. Tais pessoas não ficarão paralisadas pela mudança, pois elas veem os riscos como oportunidades, desafios como aprendizado e trabalho como um investimento em seu futuro. As pessoas que veem incertezas não como exceção, mas como regra, não serão desencorajadas por ocorrências inesperadas, pois elas aprenderam que a vida se desenvolve de maneira misteriosa e imprevisível. Elas aprenderam que muita energia é desperdiçada por pessoas que tentam forçar o mundo a ser adaptar às suas expectativas.

 
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Publicado por em 15/03/2010 em vencer

 

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O maior ativo de uma organização

É claro que nas indústrias a tendência é a automação, a especialização do trabalho, com a redução da presença humana. Já no setor de serviços, não se consegue facilmente se prescindir do elemento humano. Na verdade, para grande parte das empresas de serviços, o único ativo disponível são as pessoas que compõem a empresa, seus quadros, sua inteligência e conhecimento.
 
Ao perceberem a mudança nas relações, as organizações passaram a ter de administrar o principal alimento gerador para motivação e engajamento, as pessoas. Sem as pessoas, as organizações certamente não existiriam.
 
Para estabelecer programas de comunicação interna é preciso levar em conta a clareza, a objetividade e o foco da mensagem que se pretende transmitir, bem como criar mecanismos de controle para checar se o que foi comunicado pelo emissor obteve perfeita compreensão por parte dos receptores, de modo a evitar distorções e confusões em todo o grupo de funcionários.
 
Ter uma cultura de comunicação aberta, interativa, persuasiva, coordenada e integrada com políticas de comunicação e de recursos humanos é a mais adequada para promover a identificação e o comprometimento das pessoas em relação à organização.
 
A ausência de informação confiável e institucionalizada cria um processo especulativo na organização conhecida como rádio-peão ou rádio-carpete.
 
No blog People Marketing, de Luiz Santiago, há um post que descreve a necessidade de sempre se falar primeiro com o público interno, com as pessoas. Clique aqui e confira.

 
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Publicado por em 16/11/2009 em comunicação interna

 

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