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A importância da Comunicação Interna nas organizações

No dia 17/4, participei como palestrante no CapacitaRH 2012, em São Paulo e como tema falei sobre a importância da Comunicação Interna como um Fator Motivacional nos Processos de Engajamento.

Todo o processo de engajamento, que é sinônimo de comprometimento ninguém se compromete com aquilo que desconhece e o comprometimento nasce e prospera tão somente diante de duas condições:

1. Ambiente de trabalho saudável e tranquilo, sem pressões adicionais àquela que cerca a responsabilidade de tocar o operacional com eficácia.

2. Compartilhamento efetivo (comunicação interna) de todas as informações e percepções produzidas pelas diferentes frentes operacionais.

A Comunicação Interna é uma frente de atuação estratégica, incorporada no conjunto da definição de políticas, estratégias e objetivos funcionais da organização.

É uma ferramenta estratégica para compatibilização dos interesses dos empregados e da empresa, por intermédio do estímulo ao diálogo, à troca de informações e de experiências e à participação de todos os níveis.

Na medida em que o público interno é estimulado a participar e encontra abertura para dar sua opinião, sente-se mais valorizado e motivado.

Ao final da palestra dei uma pequena entrevista para o pessoal da LG Sistemas. Confira:

Algumas fotos:

Obs.: Para receber o material que apresentei solicite pelo e-mail: vinicius.gouveia@gmail.com.

 

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Habilidade para liderar

Inspirações para ser e ou tornar-se um líder existem vários modelos na qual podemos nos espelhar. Mas, precisamos sempre buscar dentro de nós a melhor maneira para administrar pessoas.

Sabemos que a ciência sempre irá buscar qual a melhor forma para gerir um relacionamento saudável e agradável dentro de um ambiente corporativo e até mesmo no dia a dia de um indivíduo.

Fluidez, criatividade faz parte de um jogo de cintura que cada um de nós precisamos ter. Não há faculdade nenhuma que possa ensinar como, e de que forma podemos fazer para inspirar confiança nos outros.

Carisma, simpatia, gentileza, respeito, limites e empatia pode construir relacionamentos seja para um momento ou então para um vida inteira. Coloque um pouco que comunicação nos processos que liderança e será possível perceber um relacionamento muito melhor com toda a equipe.

Claro que cada pessoa se motiva por meio de algum estimulo, e a melhor maneira para motivar uma pessoa é oferecer o que ela valoriza. Para isso, evitar falsas suposições é importante e para fazer isso basta pergunta o que é importante para ela sentir-se motivada.

Lendo um livro sobre liderança encontrei um texto de Srikumar Rao, um especialista em criatividade, que propõe uma abordagem interessante sobre como a liderança pode gerar motivação com os colaboradores. Em vez de descobrir o que motiva a equipe, Rao propõe identificar e eliminar os fatores que desmotivam e obstruem o trabalho.

Mas, existe um fator principal como qualquer outra habilidade, a liderança precisa ser sempre praticada ao logo da vida, se não tente a “atrofiar”. Cultive as atitudes que permitam a construir a vida que deseja e contagie os outros com seu entusiasmo.

 

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Diário de uma Comunicação – Parte 1

Iniciei minha carreira profissional praticamente aos 14 anos, como digitador em um jornal chamado Primeira Hora, que hoje não existe mais. As habilidades e conhecimentos começaram a brotar pela área de comunicação já naquele momento.

Com pouco mais de 16 anos, já estava diagramando o jornal, que era semanal, e aprendendo com o pessoal da gráfica a arte da impressão. Naquela época fazia PMT (acho que era este o nome da técnica para reproduzir fotos), past up (alguém se lembra?), fotolito, e conheci a fotografia em preto e branco. Com o tempo, dominei a arte da diagramação.

Foi ali, em meio à rotina da redação, que a comunicação jornalística começava a entrar na minha veia. Tive a oportunidade de acompanhar alguns amigos jornalistas em suas pautas durante o dia e também pela madrugada.

Esse mundo me fascinava. Aos 18 anos, trabalhando no Diário de Osasco (hoje Diário da Região), conheci pessoas importantes para a formação da minha vida profissional, como editores, ilustradores, jornalistas, repórteres, operadores gráficos e até mesmo o pessoal que fazia o encarte. Durante esse período aprendi ainda mais sobre o ritmo de uma redação.

Os poucos recursos que tínhamos não nos limitavam para cada semana melhorarmos. Prova disso foi uma edição especial chamada “Caderno de Domingo”, da qual participei, onde toda a composição e diagramação era uma verdadeira arte.

Com o conhecimento adquirido e habilidades à flor da pele, resolvi, nessa mesma época, fazer um jornal com foco no público “gospel”. Nasceu, então, o jornal “Gazeta Gospel”. Amigos jornalistas e diagramadores contribuíram para as primeiras edições e, durante mais de 5 anos, o jornal conquistou grande destaque na região, chegando à tiragem de 20 mil exemplares ao mês.

 

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Comunicar: uma habilidade que o RH precisa ter

Durante o 25º Congresso Brasileiro de Treinamento e Desenvolvimento, realizado em Santos, São Paulo, constatei que os temas da atualidade em RH eram votados para lideranças, qualidade de vida, competências (de uma forma geral), negociação, avaliações, gestão, educação corporativa, contratações e tantos outros temas, sendo que apenas uma palestra com o tema Comunicação, mas ligada a treinamento.

A área de Recursos Humanos precisa começar a compreender o que é a Comunicação, em sua visão mais ampla e de forma estratégica com a visão de contribuir para a percepção e divulgação das ações e resultados. Segundo pesquisa realizada, mais de 80% dos problemas organizacionais estão relacionados ao tema Comunicação, como utilizar essa ferramenta de forma estratégica na gestão de RH nas organizações?

Pesquisa publicada recentemente pela revista T&D – Inteligência Corporativa, realizada pela Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento (ABTD) e a MOT, com mais de 280 empresas indicou que as prioridades para 2011, estarão voltadas para implementação de programas de desenvolvimento de lideranças, considerando um aumento médio de 28% previsto para 2011 em treinamento e desenvolvimento.

Para desenvolver lideranças, é preciso também pensar no papel que este profissional precisa desenvolver em comunicação, alinhado com os objetivos estratégicos da organização e com a área de RH. É neste momento que a área de RH pode, e deve utilizar a Comunicação. Criar estratégias claras de comunicação por meio de políticas de RH poderá contribuir para que os processos e as ações tomadas pela área possam ser compreendidos por todos.

Comunicar, não está somente ligado a ações pontuais de RH, mas também sobre a gestão. O RH precisa “marcar seu território” de forma estratégica dentro da organização para que todos entendam que a área é muito mais estratégica do que operacional na gestão de pessoas.

 
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Publicado por em 04/12/2010 em conhecimento

 

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A comunicação nas igrejas

Nesta semana, tive uma conversa muito interessante com um líder de uma igreja evangélica, pode parecer estranho, mas estávamos falando exatamente sobre o papel da comunicação nas igrejas.

Aqui, não irei entrar no mérito das questões filosóficas e de princípios religiosos ou eclesiásticos, mas sim, na questão fundamental que é a igreja enquanto organização e a comunicação organizacional que se faz necessária, principalmente nos dias de hoje em seus mais diversos clientes internos e externos.

Qualquer organização seja ela privada, pública ou de terceiro setor, ao definir sua estratégia competitiva, sua missão e seus objetivos podem definir abordagens de melhorias contínuas e a utilização dos conceitos de gestão da qualidade e de processos. Desta forma, os benefícios para a instituição serão obtidos ao longo de algum tempo.

Se partirmos pelo princípios mercadológicos da aplicação da gestão de qualidade, processos, melhorias e de gestão organizacional, também podem ser aplicados nas igrejas e no terceiro setor. Hoje, é possível realizarmos um benchmarking, como uma ferramenta de busca contínua das melhores práticas de gestão interna e externa de uma igreja.

Mas para isso é necessário ter a compreensão do “negócio”, seus objetivos na relação com o mercado, clientes (membros da igreja) e competidores, assim como com o ambiente político e social.

Também é necessário compreender o processo de comunicação em sua totalidade, garantindo o entendimento das mensagens pelos demais membros da igreja. Capacidade de expressar ideias de modo claro, utilizando técnicas de comunicação apropriadas para cada situação.

A comunicação pode e deve contribuir em uma igreja, seja para ações de comunicação interna como a comunicação externa. Utilizar redes sociais e canais de comunicação on line para propagar o evangelho é fundamental nos dias de hoje, mas para todas as ações é necessário fazer sentido e estar alinhado com o objetivo e missão principal de cada igreja e principalmente com os membros, líderes e pastores.

 
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Publicado por em 21/11/2010 em comunicação

 

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Questão chave ou a nova ordem logística: comunicar e relacionar-se colaborativamente

Pensar em uma rede de suprimentos como algo de mão única nos tempos de hoje é certamente um pouco equivocado. Assim como na internet, há mudanças para as questões da necessidade do relacionamento e do compartilhamento das informações, a chamada Web 2.0 (inteligência coletiva na internet) ou Wiki (termo utilizado para as questões colaborativas na internet), a rede de suprimentos deve andar pelo mesmo caminho.

A questão-chave ou a nova ordem logística como podemos chamar, está na construção de um relacionamento cada dia mais constante na rede e no dia-a-dia. As várias etapas que vão desde o planejamento, o controle e a execução precisam passar para níveis colaborativos em sua gestão, é preciso envolver toda a cadeia na busca de uma melhor oportunidade para o negócio e consequentemente melhores resultados no planejamento, processos e com ganhos financeiros.

Encontrar meios para que o abastecimento e a armazenagem, nos dias de hoje, que reduzam drasticamente os custos bem como tenha uma maior rotatividade (velocidade) destes estoques é necessário, acima de tudo possuir fornecedores-parceiros no processo e que sejam pontuais em atender a uma demanda.

Outra questão fundamental é que as empresas de logística e seus parceiros saibam lidar com mais de um tipo de transação e saber gerir em tempos de crise. Possuir a habilidades e alinhamentos para adaptar-se a qualquer momento são fatores essenciais para que a parceria e a colaboração na gestão da cadeia de suprimento tenha sucesso.

Na construção de um relacionamento é preciso ter em mente uma peça importante na gestão de qualquer negócio, os funcionários e as pessoas que estão direta ou indiretamente ligadas nos processos logísticos em todos os níveis incluindo os fornecedores e distribuidores. O envolvimento da alta direção e dos funcionários operacionais a necessidade de informar é o primeiro passo para a integração de todos e de modo que se sintam e importantes tornando-se comprometido e defensor do relacionamento não apenas na relação financeira, mas também em uma relação ganha-ganha podendo chegar a ser sustentável em um longo prazo.

Integrar profissionais de outras áreas como de comunicação e relações públicas na execução de um processo logístico pode contribuir para que a aliança com os parceiros na cadeia de suprimentos possa estar alinhada com os objetivos de cada organização e do relacionamento estabelecido. A integração destes profissionais pode contribuir com outras visões no processo logístico e no alinhamento da rede, compartilhando valores e interesses comuns por meio de canais que se tornariam não só logísticos no sentido do fluxo de materiais, mas também de informações e de conhecimento.

Ter um grupo multidisciplinar de diferentes áreas para a tomada de decisão é processo-chave uma vez que as várias visões dos profissionais contribuirão para uma melhor comunicação e para melhoria continua do relacionamento entre as partes envolvidas.

 
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Publicado por em 04/04/2010 em comunicação

 

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Caso comunicar: uma visão da paixão por comunicação

Os processos comunicacionais, como sabemos, são importantes e necessários, mas é preciso entender que para ter sucesso em todas as fases depende do comportamento da fonte, da mensagem, do canal e do receptor, ou seja, para que se tenha um grau de eficácia é necessário ter uma clara definição dos objetivos, da capacidade de entrosamento entre a fonte e o receptor.

Fatores psicológicos e a predisposição das pessoas seja o emissor ou o receptor da mensagem podem criar situações contrárias e afetar a qualidade da mensagem. Nos dias de hoje sabemos que o elemento humano é fator fundamental para a eficiência da operação nos processos comunicacionais.

A comunicação não deve ser vista apenas como uma área ou processo na qual repassa informações, deve sim ser vista com o papel estratégico de educar, de fazer com que a informação se transforme em conhecimento.

O profissional de comunicação precisa ter olhar estratégico para se comunicar, possuir uma visão sistêmica e lógica dos processos de comunicação que envolve o nível, o fluxo, a mensagem e os canais que distribuem as informações para os diferentes públicos de uma organização. Gaudêncio Torquato lembra que quando a informação é transmitida por um canal errado, seguramente não terá êxito na comunicação.

Para Analisa de Medeiros Brum, “um líder precisa colocar o amor que possui dentro de si a serviço de sua equipe”. Desta forma é possível entender que o profissional de comunicação deve ter em mente a necessidade de agir e falar com paixão.

Enfim, podemos pensar em transpassar as barreiras dos processos comunicacionais tradicionais com uma comunicação “apaixonada”, sem deixar de seguir a natureza do processo.

 
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Publicado por em 21/01/2010 em comunicação

 

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Profissionalismo para comunicar

Os profissionais de comunicação nos dias atuais precisam ir muito além da vontade de comunicar e de se expressar; precisam enxergar o cenário interno e externo da organização para traçar estratégias integradas para a comunicação.

Em entrevista ao Portal Nós da Comunicação, a consultora Bernadete Almeida, articulista e coordenadora do Segmento Social da ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing) do Rio de Janeiro, comenta que um dos primeiros requisitos do profissional de comunicação “é ter inteligência emocional. Isso significa a capacidade de ler cenários, estar e se colocar de maneira adequada, criando conexões entre as pessoas”. Ainda segundo ela, o mercado está carente de profissionais de Comunicação com a capacidade de perceber e entender o cenário, o contexto e a cultura da organização.

Estar comprometido com as estratégias da organização, ter um ótimo relacionamento com diferentes níveis hierárquicos e ter o controle de toda a situação mesmo sob pressão é um dos papéis principais dos profissionais de comunicação.

De nada adianta ficar conectado nas redes sociais, é preciso agir, seguir com linhas objetivas e procurar traçar metas estratégicas para o direcionamento correto da comunicação com o público-alvo.

Para ler a entrevista completa clique aqui.

 
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Publicado por em 12/01/2010 em conhecimento

 

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A comunicação interna estratégica para a área de TI

Pensar em tecnologia da informação (TI) e não associar com as ações de comunicação interna certamente é um pouco preocupante diante da percepção dos profissionais de uma organização. É possível perceber sobre a falta de comunicação da área de TI quando no dia-a-dia das organizações a área chega a passar despercebida pelos clientes internos, isto porque só são lembrados quando há problemas em algum computador, quando o sistema cai, enfim apenas em momentos de situações negativas.

As organizações têm exigido cada vez mais dos gestores uma capacidade de tomar decisões rápidas e eficazes, de modo a aumentar a relevância do processo de comunicação organizacional interna e externa. A mudança de cultura na área de TI depende do gestor entender e compreender a necessidade de uma melhor comunicação da área e principalmente com todos os profissionais de uma organização (stackeholders).

Divulgar as ações de TI para toda a organização é uma questão de sobrevivência da área no sentido de comunicar as políticas, as ações, inovações, os produtos e os serviços que a área oferece para o público interno da organização, seja ela positiva ou negativa.

Para transmitir uma informação ela precisa ser coerente, clara e fazer sentindo, ou seja, a linguagem necessita estar adequada para que todos os colaboradores absorvam e compreendam, de modo que, o processo de disseminação da mensagem chegue de forma correta fazendo sentido e atendendo o objetivo principal a fim de direcionar as expectativas do cliente interno.

Hoje, existem muitos programas que medem a satisfação dos clientes internos pelos serviços prestados pela área de TI. Mas, se em todas as formas para a obtenção dos dados e de análises, não forem contemplados planos de melhoria contínua e uma comunicação estruturada das atividades a serem realizadas, os processos de comunicação cairá no descrédito do cliente interno.

Utilizar e criar canais de comunicação interna é uma ação que precisa ser planejada e organizada de modo a impactar o cliente interno. Existem várias formas possíveis de se trabalhar como o canal face-a-face, boletins impressos ou eletrônicos, ouvidoria interna, reuniões semanais enfim há diferentes formas que podem ser criadas como instrumento de comunicação interna, mas que precisam ser coordenadas e alinhadas.

Importante lembrar que, ao utilizar um canal de comunicação interna, é necessário levar em conta a cultura da organização e fazer sentido para o cliente interno.

 
 

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Comunicação para melhor competitividade

Em 23 de setembro, quarta-feira, participarei ao lado de Luiz Santiago, do evento “Estruturação, Implementação e Gestão de um Plano de Comunicação Interna com foco em custos, indicadores e mensuração de resultados”. O encontro é organizado pelo IIR Gestão Master do Informa Group, um provedor mundial de informação especializada e serviços para as comunidades acadêmica e científica, profissional e empresarial.

Abaixo, uma descrição do programa que Luiz Santiago irá apresentar, com início às 14h30.

Tema:
“Endomarketing: desenvolvimento e importância estratégica para alcançar metas de qualidade e manter a empresa competitiva no mercado”

Objetivo:
Mostrar que as ações de marketing interno aplicadas à solução dos problemas de comunicação precisam ser planejadas, desenvolvidas e avaliadas de forma eficaz para produzir os resultados esperados.

Dinâmica:
Apresentação com alinhamento da parte teórica com os aspectos práticos, em que os participantes serão incentivados por meio de análise de casos.

Endomarketing® e Comunicação Interna
- Entenda os conceitos e sua relação com o ambiente corporativo
- Os fatores que distinguem o endomarketing da comunicação tradicional
- As pessoas, os processos e a qualidade de produtos e serviços

Conscientização
- Os valores e a visão da empresa são para valer
- A importância do envolvimento da alta direção no processo
- A fundamental participação das equipes de todos os setores da organização

A miopia na implantação do endomarketing
- Fluxos de comunicação excessivos e as redes formais e informais
- Se o engajamento existe, como manter a ordem em tempos turbulentos

Desenvolvimento
- As etapas do desenvolvimento do endomarketing
- Quem envolver e onde encontrar subsídios para um bom planejamento
- A continuidade do processo e o alinhamento com a Comunicação Interna

Retorno
- Como avaliar os resultados de uma campanha de endomarketing

Mais informações:
Data do evento: 23 e 24/9/2009, das 9h às 17h30
Site: http://www.informagroup.com.br/de04233

 

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