Os processos comunicacionais, como sabemos, são importantes e necessários, mas é preciso entender que para ter sucesso em todas as fases depende do comportamento da fonte, da mensagem, do canal e do receptor, ou seja, para que se tenha um grau de eficácia é necessário ter uma clara definição dos objetivos, da capacidade de entrosamento entre a fonte e o receptor.
Fatores psicológicos e a predisposição das pessoas seja o emissor ou o receptor da mensagem podem criar situações contrárias e afetar a qualidade da mensagem. Nos dias de hoje sabemos que o elemento humano é fator fundamental para a eficiência da operação nos processos comunicacionais.
A comunicação não deve ser vista apenas como uma área ou processo na qual repassa informações, deve sim ser vista com o papel estratégico de educar, de fazer com que a informação se transforme em conhecimento.
O profissional de comunicação precisa ter olhar estratégico para se comunicar, possuir uma visão sistêmica e lógica dos processos de comunicação que envolve o nível, o fluxo, a mensagem e os canais que distribuem as informações para os diferentes públicos de uma organização. Gaudêncio Torquato lembra que quando a informação é transmitida por um canal errado, seguramente não terá êxito na comunicação.
Para Analisa de Medeiros Brum, “um líder precisa colocar o amor que possui dentro de si a serviço de sua equipe”. Desta forma é possível entender que o profissional de comunicação deve ter em mente a necessidade de agir e falar com paixão.
Enfim, podemos pensar em transpassar as barreiras dos processos comunicacionais tradicionais com uma comunicação “apaixonada”, sem deixar de seguir a natureza do processo.
Estratégias de comunicação interna e endomarketing podem promover o desenvolvimento da organização
Traçar caminhos, definir objetivos e possuir uma cultura organizacional positiva capaz de transmitir por meio dos processos comunicacionais e a aprendizagem são fatores essenciais para uma organização, principalmente para a formação sólida de sua cultura. Cultura organizacional pode ser entendida como um produto social, “não é uma coleção de características isoladas, mas um todo inter-relacionado”.
Entre todas as ações de comunicação, boa parte das organizações procura transmitir sua imagem por meio de discursos não verbais, que são também as ações e comportamentos, e de discursos verbais, que são os veículos de comunicação, sendo que esses devem ser organizados e transmitidos de maneira coerente aos seus públicos, ou seja, as ações devem refletir o discurso.
Para melhor entendimento e conceituação sobre o que é endomarketing e comunicação interna e suas diferenças fundamentais no processo de comunicação, Luiz Santiago, executivo de Comunicação e Marketing lembra que “a Comunicação Interna está inserida no processo de comunicação com funcionários, sem se limitar a eles. Reúne, a princípio, todos os meios de comunicação que permitem a informação circular por todos os níveis hierárquicos da organização. Conceitualmente deve ser vista como parte da Comunicação Integrada da empresa” (confira mais detalhes aqui: http://www.formspring.me/peoplemarketing/q/31677845).
Por tanto, a organização que possuir um bom plano de Comunicação Interna e de Endomarketing está desenvolvida e preparada assim como seus funcionários e stakeholders em um mercado cada vez mais competitivo.
Participei da coletiva de imprensa da Campus Party 2010, na quinta-feira, 14. A 3ª edição brasileira terá como foco as áreas: Ciência, Entretenimento Digital, Criatividade e Inovação. A Fundação Vanzolini, por intermédio da equipe da GTE (Gestão de Tecnologias aplicadas à Educação) promoverá um dos debates na arena principal.
O encontro acontece entre 25 e 31 de janeiro, em São Paulo. Para quem quiser acompanhar a íntegra da coletiva, aqui está o vídeo:
Os profissionais de comunicação nos dias atuais precisam ir muito além da vontade de comunicar e de se expressar; precisam enxergar o cenário interno e externo da organização para traçar estratégias integradas para a comunicação.
Em entrevista ao Portal Nós da Comunicação, a consultora Bernadete Almeida, articulista e coordenadora do Segmento Social da ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing) do Rio de Janeiro, comenta que um dos primeiros requisitos do profissional de comunicação “é ter inteligência emocional. Isso significa a capacidade de ler cenários, estar e se colocar de maneira adequada, criando conexões entre as pessoas”. Ainda segundo ela, o mercado está carente de profissionais de Comunicação com a capacidade de perceber e entender o cenário, o contexto e a cultura da organização.
Estar comprometido com as estratégias da organização, ter um ótimo relacionamento com diferentes níveis hierárquicos e ter o controle de toda a situação mesmo sob pressão é um dos papéis principais dos profissionais de comunicação.
De nada adianta ficar conectado nas redes sociais, é preciso agir, seguir com linhas objetivas e procurar traçar metas estratégicas para o direcionamento correto da comunicação com o público-alvo.
Para ler a entrevista completa clique aqui.
No final desde mês voltará às aulas do curso de pós-graduação que estou fazendo. Neste quadrimestre as aulas serão de Planejamento do Abastecimento, Distribuição e Entrega com Alvair Torres e Marketing de Serviços com Elizabeth Saad.
Organizando meus arquivos eletrônicos no pen drive, encontrei um artigo sobre Marketing de Serviços, publicado pelo Marcos Kahtalian, professor da Unifae. O artigo é bem elaborado e procura esclarecer as principais diferenças entre o marketing de serviços e o tradicional marketing ressaltando os aspectos significativos para a prática.
Para compreender todo o processo, o autor procura conceituar o que é um serviço e vai além quando escreve que “pensar em marketing de serviços é pensar em valor através do desempenho” e conceitua o marketing de serviços como ação que tangibiliza o serviço, isto é, torna-se visível o invisível procurando evidenciar aquilo que o serviço promete.
Outro ponto importante que Kahtalian escreve são os desafios para a implementação exigidos pelo marketing de serviços considerando o fator humano como parte fundamental dos processos de serviços.
Clique aqui para acessar o artigo.
Paulo Kretly, presidente da Franklin Covey Brasil, participou do programa Conta Corrente, exibido no canal Globo News na qual conta sobre o perfil do líder na era do conhecimento e quais as características principais para gerir pessoas.
É claro que ele também fala do importante papel dos líderes em ouvir os colaboradores e envolve-los de maneira voluntária de forma a valorizar e incentivar; assim eles se sentirão envolvidos na organização. Segundo Kretly, o colaborador que está envolvido traz a mente e o coração e vai além, trazendo ideias e soluções colocando mais paixão em seus afazeres.
Clique na imagem ao lado e confira a entrevista.
Os atores do seriado Glee, que no Brasil é transmitido pelo canal FOX, com um coral de surdos da Haverbrook School realizou um grande espetáculo com a canção Imagine de John Lennon. Certamente você irá se emocionar ao ver este vídeo.
Para registro: recebi este vídeo da colega do curso de pós-graduação Carol Paiva.
Neste final de semana, durante a programação do Fantástico, da Rede Globo, foi exibida uma matéria que fala sobre uma outra ação contagiante que é a generosidade. Apenas para contextualizar: generosidade, segundo o dicionário Houaiss, “é a virtude daquele que se dispõe a sacrificar os próprios interesses em benefício de outrem; que age ou pensa desinteressadamente com vistas a servir alguém ou a encarnar um ideal”. É possível resumir em apenas em uma palavra, bondade.
A pauta do Fantástico surgiu de uma pesquisa realizada na Universidade de Berkeley, na Califórnia, por quatro pesquisadores.
Além de um vídeo a matéria apresenta as sete coisas que você precisa saber sobre generosidade. Clique aqui e confira.
Nesta semana recebi uma frase via twiter que diz: “Contamine as pessoas com ideias, e elas vão propagá-las! Não importa a mídia”. Se bem entendi a autoria é de uma agência Multiplataformas, localizada na cidade de Vitória, no estado do Espírito Santo.
A afirmação faz entender que novas ideias, quando colocadas em práticas de forma a sensibilizar as pessoas acabam por si só propagando com a ajuda de outras pessoas. Hoje em dia com as redes sociais ou comunidades virtuais, esta propagação é ainda mais rápida.
Ser criativo em uma ideia não é necessariamente algo novo, mas é preciso ser autêntico, real e impactante. A prática de uma inovação faz com que as relações pessoais e profissionais fiquem cada vez mais fortes e constituídas de valores. É preciso acreditar que inovar é compartilhar experiências e ser multiplicador para a sociedade.
