O conjunto de habilidades para a busca da terceira alternativa

A comunicação é sem dúvida a mais importante habilidade da vida. Há basicamente quatro formas de comunicação: leitura, escrita, fala e escuta. E muitas pessoas passam de dois terços a três quartos do tempo em que estão acordadas fazendo essas coisas. Dessas quatro formas de comunicação, a que representa entre 40% e 50% de nosso tempo de comunicação é a escuta – a forma de comunicação que menos treinamos. A maioria de nós passou anos e anos aprendendo a ler, escrever e falar. Mas não mais do que 5% de nós tivemos mais do que duas semanas de formação formal em escuta.

A maioria das pessoas pensa que sabe escutar porque o faz continuamente. Mas na verdade estão ouvindo dentro de seu próprio marco de referência. Dos cinco níveis de escuta – ignorar, fingir escutar, escutar seletivamente, escutar atentamente e escutar com empatia -, somente o mais elevado, a escuta com empatia, é feito dentro do marco de referência da outra pessoa.

Escutar verdadeiramente significa transcender nossa autobiografia, sair de nosso marco de referencial, fora de nosso sistema de valores, fora de nossa história e de nossas tendências de avaliação e entrar profundamente no marco de referência ou ponto de vista da outra pessoa. Chamamos isso de escutar com empatia. É uma habilidade muito, muito rara. Mas é mais do que uma habilidade. Muito mais.

(do livro: “O 8º HÁBITO – Da Eficácia à Grandeza” de Stephen R. Covey)

IMPORTANTE: Recebi este texto da minha amiga da Daniela Bassan e decidi compartilhar.

Fé, esperança, determinação e ambição

Hoje estive com um grupo de quatro profissionais de certa forma especiais que fazem de si a diferença em suas vidas profissionais e no dia a dia.

Convivi uma situação que pela primeira vez vi de perto a força, a garra, a determinação, a superação e a vontade de vencer na vida de um ser humano.

Foram cerca de 2h20, ouvi relatos e histórias que emocionou, cheguei a estar em estado de graça naquele momento. Refleti e analisei todo o contexto da situação e percebi que barreiras são criadas por nós mesmos. 

O ser especial é realmente viver todos os dias de nossa vida de forma intensa e constante. O que fazemos são frutos de nossas vontades, emoções, mente, coração, confiança. 

O vídeo abaixo, conheci de um post da Lígia Dutra, no Fabebook, no dia de hoje 11/10.

Assista, vale a pena, você perceberá e irá sentir como foi que meu dia de hoje. 

O mover de uma paixão: a música que comunica

Na vida conhecemos pessoas especiais que nos ajudam que nos guiam, pessoas que se tornam amigos. Pessoas que passam por um instante e fazem daquele momento algo especial, que ensinam a verdadeira paixão, o verdadeiro valor. Certamente estes momentos servem de inspiração para ser relembrado e viver o presente.

Mas em tudo na vida altos e baixos acontecem, há momentos em que passamos dificuldades, dor, sofrimento e angustia. No caminho da longa batalha é possível encontrar oportunidades, uma luz, para que possamos compreender e encontrar refúgio e oportunidades para vencer. A perseverança, a determinação e a vontade insaciável fazem toda a diferença na busca de nossa paixão.

Não importa qual foi sua trajetória na vida pessoal ou profissional. Faça a diferença e vença os obstáculos com aquilo que realmente você goste apaixonadamente.

Conheci o vídeo acima em um post no Facebook de um grande profissional apaixonado pelo que faz, um grande e talentoso professor e principalmente amigo. A pessoa a quem refiro é Sérgio Gouvêa, uma pessoa que curte apaixonadamente cada momento até mesmo em altas velocidades.

Diário de uma Comunicação – Parte 1

Iniciei minha carreira profissional praticamente aos 14 anos, como digitador em um jornal chamado Primeira Hora, que hoje não existe mais. As habilidades e conhecimentos começaram a brotar pela área de comunicação já naquele momento.

Com pouco mais de 16 anos, já estava diagramando o jornal, que era semanal, e aprendendo com o pessoal da gráfica a arte da impressão. Naquela época fazia PMT (acho que era este o nome da técnica para reproduzir fotos), past up (alguém se lembra?), fotolito, e conheci a fotografia em preto e branco. Com o tempo, dominei a arte da diagramação.

Foi ali, em meio à rotina da redação, que a comunicação jornalística começava a entrar na minha veia. Tive a oportunidade de acompanhar alguns amigos jornalistas em suas pautas durante o dia e também pela madrugada.

Esse mundo me fascinava. Aos 18 anos, trabalhando no Diário de Osasco (hoje Diário da Região), conheci pessoas importantes para a formação da minha vida profissional, como editores, ilustradores, jornalistas, repórteres, operadores gráficos e até mesmo o pessoal que fazia o encarte. Durante esse período aprendi ainda mais sobre o ritmo de uma redação.

Os poucos recursos que tínhamos não nos limitavam para cada semana melhorarmos. Prova disso foi uma edição especial chamada “Caderno de Domingo”, da qual participei, onde toda a composição e diagramação era uma verdadeira arte.

Com o conhecimento adquirido e habilidades à flor da pele, resolvi, nessa mesma época, fazer um jornal com foco no público “gospel”. Nasceu, então, o jornal “Gazeta Gospel”. Amigos jornalistas e diagramadores contribuíram para as primeiras edições e, durante mais de 5 anos, o jornal conquistou grande destaque na região, chegando à tiragem de 20 mil exemplares ao mês.

Um médico que se comunica

Já faz um bom tempo que não escrevo por aqui, para retornar procurei algo que fosse importante e que significasse uma mudança de visão, mas claro sem perder o brilho da comunicação.

Nos últimos 15 dias, passei por uma experiência interessante com o dr. Roberto Duarte Paiva Ferreira, médico otorrinolaringologista, que vem me acompanhando há pelo menos 2 anos desde que sofri uma forte crise de tontura.

Após de vários exames foi diagnosticado uma necessidade de intervenção cirúrgica, e que na minha vida seria a primeira. Mas vamos lá sem dramas, acabei realizando após de uma grande confiança e atenção que foi passada pelo dr. Roberto e mais ainda pela facilidade de acesso que tive com ele pelos canais de comunicação como o celular,  e-mail e sms (mensagem de texto).

Sim, pode parecer estranho, mas tive muito contato e explicações por estes canais de comunicação, foram vários e-mails e sms. Sem contar no tratamento diferenciado e de excelente qualidade que ele nos recebe em seu consultório.

Sua paciência, dedicação e preocupação no entendimento de todos os sintomas e nos procedimentos antes e pós uma consulta ou até mesmo na cirurgia que realizei me trouxe tranquilidade e paz.

Depois de fazer uma análise do que passei percebi que o dr. Roberto passou a verdadeira essência e tradução da Arte & Paixão, e por isso quero aqui registra, no blog, meus sinceros agradecimento pela excelente comunicação humana e preocupação para com as pessoas que o dr. Roberto possui e também para toda sua equipe.

Claro que não poderia de registrar também o carinho especial e pelas flores enviadas dos grandes profissionais que trabalham comigo: Ellen Nozoe, Júlia Spínola, Karina de Paula, Vinicius Amaral e Vitor Jacob.

Comunicar: uma habilidade que o RH precisa ter

Durante o 25º Congresso Brasileiro de Treinamento e Desenvolvimento, realizado em Santos, São Paulo, constatei que os temas da atualidade em RH eram votados para lideranças, qualidade de vida, competências (de uma forma geral), negociação, avaliações, gestão, educação corporativa, contratações e tantos outros temas, sendo que apenas uma palestra com o tema Comunicação, mas ligada a treinamento.

A área de Recursos Humanos precisa começar a compreender o que é a Comunicação, em sua visão mais ampla e de forma estratégica com a visão de contribuir para a percepção e divulgação das ações e resultados. Segundo pesquisa realizada, mais de 80% dos problemas organizacionais estão relacionados ao tema Comunicação, como utilizar essa ferramenta de forma estratégica na gestão de RH nas organizações?

Pesquisa publicada recentemente pela revista T&D – Inteligência Corporativa, realizada pela Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento (ABTD) e a MOT, com mais de 280 empresas indicou que as prioridades para 2011, estarão voltadas para implementação de programas de desenvolvimento de lideranças, considerando um aumento médio de 28% previsto para 2011 em treinamento e desenvolvimento.

Para desenvolver lideranças, é preciso também pensar no papel que este profissional precisa desenvolver em comunicação, alinhado com os objetivos estratégicos da organização e com a área de RH. É neste momento que a área de RH pode, e deve utilizar a Comunicação. Criar estratégias claras de comunicação por meio de políticas de RH poderá contribuir para que os processos e as ações tomadas pela área possam ser compreendidos por todos.

Comunicar, não está somente ligado a ações pontuais de RH, mas também sobre a gestão. O RH precisa “marcar seu território” de forma estratégica dentro da organização para que todos entendam que a área é muito mais estratégica do que operacional na gestão de pessoas.

A comunicação nas igrejas

Nesta semana, tive uma conversa muito interessante com um líder de uma igreja evangélica, pode parecer estranho, mas estávamos falando exatamente sobre o papel da comunicação nas igrejas.

Aqui, não irei entrar no mérito das questões filosóficas e de princípios religiosos ou eclesiásticos, mas sim, na questão fundamental que é a igreja enquanto organização e a comunicação organizacional que se faz necessária, principalmente nos dias de hoje em seus mais diversos clientes internos e externos.

Qualquer organização seja ela privada, pública ou de terceiro setor, ao definir sua estratégia competitiva, sua missão e seus objetivos podem definir abordagens de melhorias contínuas e a utilização dos conceitos de gestão da qualidade e de processos. Desta forma, os benefícios para a instituição serão obtidos ao longo de algum tempo.

Se partirmos pelo princípios mercadológicos da aplicação da gestão de qualidade, processos, melhorias e de gestão organizacional, também podem ser aplicados nas igrejas e no terceiro setor. Hoje, é possível realizarmos um benchmarking, como uma ferramenta de busca contínua das melhores práticas de gestão interna e externa de uma igreja.

Mas para isso é necessário ter a compreensão do “negócio”, seus objetivos na relação com o mercado, clientes (membros da igreja) e competidores, assim como com o ambiente político e social.

Também é necessário compreender o processo de comunicação em sua totalidade, garantindo o entendimento das mensagens pelos demais membros da igreja. Capacidade de expressar ideias de modo claro, utilizando técnicas de comunicação apropriadas para cada situação.

A comunicação pode e deve contribuir em uma igreja, seja para ações de comunicação interna como a comunicação externa. Utilizar redes sociais e canais de comunicação on line para propagar o evangelho é fundamental nos dias de hoje, mas para todas as ações é necessário fazer sentido e estar alinhado com o objetivo e missão principal de cada igreja e principalmente com os membros, líderes e pastores.

Jovens: como se comportar no ambiente virtual?

Hoje, o fácil acesso à internet e o surgimento de várias redes sociais facilitam a comunicação no meio empresarial. Os jovens que estão mais habituados com esse tipo de interação, também precisam tomar alguns cuidados, em relação à sua própria imagem, sobre o que comentam no ambiente digital em relação à empresa e atividades que desenvolvem.

O uso das redes sociais no ambiente de trabalho deve ter “limites”, pois, as redes sociais  vão muito além do acesso no ambiente de trabalho ou estágio. Hoje é possível acessar por meio do telefone celular em qualquer lugar. A utilização das redes sociais no ambiente de trabalho pode ser produtiva e no caso de um jovem estagiário, pode ser educativa e informativa. Mas vale ressaltar que algumas empresas possuem políticas de utilização e de acessos a conteúdos e que precisam ser muito bem comunicada para todos e de forma clara.

Por isso alguns cuidados não devem ser esquecidos. Mas, muitos jovens esquecem que com o sucesso das redes sociais e o alcance que elas proporcionam fez com que muitos se descuidassem e ingenuamente revelassem sentimentos, opiniões, imagens e ideias que de alguma forma podem gerar desconforto para a empresa ou a chefe que está contratando um estagiário. É preciso ter muito cuidado com os ‘posts’ negativos em relação à empresa, ao trabalho ou ao estágio que está fazendo e também ao ambiente do trabalho. Se o perfil do jovem indicar que ele trabalha em uma determinada empresa este cuidado deve ser redobrado. 

Por isso alguns comentários devem ser evitados, como por exemplo“Odeio meu emprego!”, “Isso aqui é um tédio….”, “Estou de saco cheio deste lugar…”, “Quero um novo estágio….”, ou seja, fazer comentários indiretos, principalmente pelo twitter. Tudo isso pode gerar mal entendimento e problemas sérios, podendo  até perder a vaga de estagiário ou mesmo uma efetivação na empresa. O ideal é sempre lembrar que ao postar, muitas pessoas estão acompanhando e que nos pequenos detalhes podem trazer muitas informações para o bem ou para mal. Procure sempre trabalhar na qualidade dos posts.

Antes de iniciar suas atividades em uma empresa, o jovem deve respeitar a política da empresa. Outras questões são deixar claro para o chefe sobre a utilização das redes sociais e saber administrar o tempo de acesso para que não atrapalhe o trabalho que está realizando. Através dos posts é considerado satisfatório cada pessoa  mostrar seus projetos e interesses em relação à vida profissional e pessoal.  Com isso, é possível que as pessoas do ambiente de trabalho, até mesmo o chefe, abram espaço para conversas informais e até mesmo descobrir um possível gosto em comum.

Com esse comportamento partindo do próprio jovem/estagiário, as empresas tendem a utilizar as redes sociais como uma forma de conhecer mais detalhadamente o comportamento dos seus empregados e avaliar possíveis candidatos a uma vaga. O nome do perfil, a imagem que utiliza como um ícone ou avatar, a página interligada com o perfil e as palavras que você costuma se descrever, pois estes fatores podem criar distorções de como você poderá ser lembrado na internet. É preciso pensar  muito sobre os perfil que cria, principalmente nas redes sociais.

Endomarketing é um braço da Comunicação Interna?

Recentemente iniciei a discussão com o tema acima no grupo ‘Comunicação Interna-Brasil’ na rede social Linkedin. Só não imaginava que a discussão fosse gerar tanta repercussão que até foi comentado no twitter. 

A velha questão que envolve o endomarketing e comunicação interna está gerando, entre os profissionais da área, preocupação sobre a correta conceituação. Há quem defenda que o endomarketing é considerado uma ferramenta de execução da comunicação interna. Será?

Existem várias visões e interpretações sobre o assunto, mas acredito que tanto a comunicação interna quanto o endomarketing possui um papel fundamental e estratégico de humanização de uma organização e na valorização de seus profissionais.

Confira abaixo alguns comentários:

Isabel Duarte • Extramente interessante e produtiva essa discussão. Temos visões e interpretações que deferentes e estão corretas, se considerarmos os também diferentes pontos de vista da empresa. Essa discussão me ajudou muito na definição de caminhos a serem indicados para uma área de Comunicação Interna de uma rede de varejo que está revendo seus canais.
Minha experiência na área reforçou que endomarketing é uma das disciplinas de Comunicação Interna que, por sua vez, funciona muito bem quando ligada à presidência

Daniele Hagge • Sempre é bom ler opiniões diferentes do que você estuda e aceita como conceito. O endomarketing e o marketing interno são “quase” a mesma coisa e as pessoas confundem muito. Segundo Bekin o endomarketing se constitue em ações de marketing para o público interno das empresas e organizações. Cuja preocupação é proporcionar aos funcionários um ambiente de trabalho favorável, no qual sejam aplicados valores, como: comprometimento, empatia, cooperação, tudo que a empresa acha ser importante relacionando à cultura organizacional.

Ricardo Oliveira • Concordo com a Isabel, as opiniões apesar de diferenets estão corretas, de acordo com seu ponto de vista.
Conceitualmente, a CI está dentro do Endomarketing, que é realmente mais abrangente, como podemos ver aqui: http://pt.wikipedia.org/wiki/Endomarketing
Na prática, as empresas possuem uma área/depto. chamado de Comunicação Interna, que cuida das ações de Endomarketing, aí nesse caso o Endomarketing está dentro da CI. Abraços!

Francis Aquino • Pôxa, que discussão bacana! Bom, nas empresas que trabalhei o endomarketing sempre foi um braço da Comunicação Interna. Na prática, o conceito da Daniele Hagge gostei bastante e é bem simples. O objetivo que sempre busquei foi transformar funcionários em potenciais divulgadores de qualidade dos produtos e serviços da Cia.

Ou seja, a vida me fez entender assim: endomarketing (marketing pra dentro) com foco no público Colaborador com tudo que tem direito e exigindo da Comunicação Interna todos os P’s. Precisa de campanha, publicidade, promotor, promoção, divulgação dos produtos e ofertas utilizando os melhores canais internos. Os resultados são mensurados a partir da adesão,compra, engajamento, pesquisa, motivação, etc. Naturalmente o funcionário se torna multiplicador da marca. Aí fica o máximo!

Participe do grupo Comunucação Interna –Brasil  no linkedin
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O líder wiki

Falar sobre liderança não é novidade, existem muito textos, vídeos e palestrantes que com todo o conhecimento e autoridade são grandes emissores do mais diversos conceitos de lideranças.

Mas aqui, quero escrever sobre a atuação do líder em relação ao seu processo de comunicação com o objetivo da integração e da motivação de sua equipe de forma colaborativa.

Sabemos, hoje, que a comunicação eficiente é uma das responsabilidades que o líder precisa possuir. E que deve saber que por meio da comunicação sua equipe pode estar motivada ou destruída.

Durante um bom tempo, ouvia de certo gestor as famosas frases “fala que pode, obedece quem te juízo”, “bom cabrito não berra” ou então “não mexa no time que está ganhando”. Coloque-se diante destas frases e analise, você estaria no lugar em que está hoje se tivesse obedecido rigorosamente a este tipo de barreira?

O papel do líder, nos dias de hoje, precisa estar voltado não apenas nos cumprimentos das metas e nos objetivos de sua área, mas no seu relacionamento pessoal com sua equipe. É preciso compartilhar a missão e visão da organização, é preciso respeitar a individualidade e o senso crítico de cada um em resumo é preciso ser humilde e compreender a diferença entre autoridade e poder.

Compartilhar o conhecimento, é a peça fundamental para a integração de toda a equipe, imagine utilizar o conceito wiki, ou seja, utilizar de formas colaborativas na organização para gestão da equipe. Pode parecer estranho, mas até onde um líder pode contribuir para que pessoa de sua equipe possa crescer e desenvolver de forma a adquirir habilidades para compartilhar com os demais membros da equipe e principalmente com aqueles que são novos na empresa.

O líder precisa formar e gerir pessoas para multiplicar os conhecimentos e de forma colaborativa com os demais da equipe. As barreiras impostas e frases desestimulantes na gestão da equipe já é coisa do passado.